sábado, 27 de junho de 2009

cena da paixão


Desabafo


cena de morte e suco de laranja


sábado, 20 de junho de 2009

cristalização das cores


Congresso Regonal Sul


...A música (do grego μουσική τέχνη - musiké téchne, a arte das musas) constitui-se basicamente de uma sucessão de sons e silêncio organizada ao longo do tempo. É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Actualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
A criação, a performance, a significância e até mesmo a definição de música variam consoante a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em géneros e subgéneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes subtis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das "artes", a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espectáculo.
Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapeutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.
Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma actividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humanas.
fonte:Wikipédia. a enciclopédia livre.

Cena das dores


Cena da Lua


quinta-feira, 11 de junho de 2009

Eu não matei Verônica.




Morte e suco de laranja!







Divulgação MORTE E SUCO DE LARANJA!


Divulgação MORTE E SUCO DE LARANJA!

Coisa que o poetha escreveu nas areias do tempo...

‘Coisa que o Poetha escreveu nas areias do tempo... ’

Por Poetha Abilio Machado.

Antes de vir aqui... Andei perdido em meus pensamentos, caminhei à toa pelos labirintos da minha mente, pensei sobre a minha vida até este momento, momento... Apanhei uma lágrima no canto do olho, saía furtiva no instante em que lembrei de você em meus braços a dizer as juras que acabou não cumprindo, você e as tais promessas que eu acreditei e me entreguei aos teus afagos e beijos deliciosos, na sua pele e no seu suor doce de beleza oriental... Como se a cada abraço eu estivesse reverenciando o próprio sol...
Antes de vir aqui... Andei pelo camarim sentindo o doce azedume místico das misturas das maquilagens, o cheiro do pó para que a face não brilhe depois da base aplicada nos pontos de luz, da madeira do lápis que puxa os olhos. Cheiro de roupas guardadas, do calor do ferro quente, o reflexo de luz azul em causa da penumbra para que não se estoure nenhuma luz branca aos cantos da coxia ao palco...
Antes de vir aqui... Fui também ao banheiro, dei minha aliviada, lavei as mãos... Antes e depois... Sempre respirando sobre o apelo e o apego desta minha personagem. Me olhei, na passagem, refletido no espelho, sorri para mim ou para ela, não sei, passei as mãos em meus cabelos, ajeitei minha roupa ou a roupa dela, não sei, fiz minha oração com as mãos espalmadas sobre o balcão e olhar fixo em mim mesmo.
E antes das palavras surgirem novamente você me surgiu em perfeição plástica a me fitar os mesmos olhos da primeira vez em que te vi, serpentina a cruzar vez ou outra meus caminhos durante um exercício teatral, eu havia ido aos meus primórdios do absurdo, colocara sobre uma túnica partes humanos confeccionados em espuma, olho gigante, orelhas enormes penduradas ao corpo da roupa, uma peruca hedionda, e sob ela um festão e a cada sala que terminava de recitar: ‘E ao lugar que queres me levar eu não vou, por que eu sou homem, homem que sou...’ E levantava a barra da túnica causando furor entre a assistência. Você andava em si sem saber o texto fingindo-se de louca sem exterior, apenas presa em si, da mesma maneira em que te vi em meus sonhos, calada e cabisbaixa, sofredora ao coração e à solidão.
Éramos jovens... Éramos... Ambos rebentos expulsos de outro inferno e ardentementes esperançosos para adentrar a algum paraíso de abraços, corpos e beijos. A primeira vez que nos olhamos de maneira mais ousada, você parecia ter um segredo sobre mim que me deixou curioso, e fui saber que naquela noite havia me visto pela janela trocando de roupa e eu estava apenas de cueca, uma cueca azul da cor do céu, que iluminou o seu céu, que me fez ser seu?!
Antes de vir aqui... Lembrei de nosso primeiro passeio, eu e você, com nossas respectivas velas, eu levei o afilhado e você seu irmão... Assistimos: ‘entre duas mulheres’ no então começando Teatro ali na Carlos de Carvalho que não me convém citar o nome, tudo assim funcional até mesmo a garoa na saída, o frio e meu braço para você enganchar e ir à contra mão até o seu ponto de ônibus para então retornar.
É por esta e por tantas outras que eu me refaço em oração e me deixo levar aqui neste momento...
Antes, bem antes... Quando foi pela primeira vez até minha casa, e jantou de minha comida, havia prometido a mim que não a levaria para cama, você não... Não seria como as outras que já provaram da minha mesa... Assim te levei para o terminal e o ônibus foi deixando você dentro do tubo, lembrando o motorista foi canalha, último ônibus e espera você entrar no tubo para arrancar e te deixar. E na volta voltamos caminhando e eu sentia seu medo, seu cheiro e a caminhada, e tudo foi bom, a caminhada e sua preocupação, a suave pluma... Uma noite intranqüila e a caminhada... Os acasos, os abraços, os beijos, os desejos...
Antes de vir aqui eu chorei... Ao lembrar... Dos nossos momentos arrebatadores na sala, no chão, no chuveiro, quando ainda eu podia levantar seu corpo em meus braços e fazer amor... Que amor!
Onde está? Onde estão seus cabelos encaracolados que me deixa banhar? Onde estão seus dedos a me procurar, a palma da mão a me cercar e me causar delírios... Onde? Onde? Aqui agora a escuridão me consome e meus medos da solidão me castigam como os açoites do tempo, como se o meu calar no escuro me protegesse do medo.
Antes de estar aqui eu quizera estar em teus peitos, queria mesmo era estar dentro no batimento, no compasso, nos passos, na corrente do sangue, tão quente quantos teus lábios, sedentos, ardentes, sementes... E eu demente!
Era estar ali a procurar nas dobras da pele, na respiração dos poros a sugar as gotas do seu suor com gosto de maçã... Em flor da manhã!
Queria era absorver os teus ais e me envolver neste verde que me acompanha, olhos, apanha meu jeito meio sem jeito de te amar... Armar!
Língua viscosa que sobe pela sua orelha.
Dentes que mordem a nuca...
Nariz gelado que arrepia...
Pés gelados aos meus...
Antes de vir aqui lembrei que o relacionamento é mais que prazer enlaçados em braços e em cheiros de bares, nos conservantes das naftalinas do passado exacerbado do palato salgado ou do extremo do sob de... Que imundo... Que inundou... Os pilares das sobras de ontem nos pratos plásticos e copos descartáveis...
Percebi antes de vir aqui que analisava você em mim e eu mesmo em mim, um antes e um depois, um fato a dois... Há vida, a presença, a falta no cotidiano, eu e você.
Minha rotina saiu de seu eixo havia você.
Os sons às vezes parecem ser parte do sol e do céu, mas ás vezes algo me mata, e como Gibran aceito os trovões nesta tempestade que saíram e ás vezes ainda agulham meu peito. Assim já aconteceu e retornam de vez em quando a assombrarem noites e pensamentos nos dias distantes...
Como reconhecer você em mim, a apalpar meus sonhos ligeiros, a invadir meu silêncio e minha voz...
Inflama-me a memória dos meus antepassados a colocarem as mãos sobre nós e abençoar-nos com o fluxo da luz azul... A luz da arte!
A dor da sua ausência ataca-me, toda vez que acordo e estou só. Onde está?!
Quando aperta demais, sinto que está ali ao meu lado, no trabalho, ou na mesa a dar colheradas sôfregas como às de Verônica em sua marmita requentada de trabalhadora operária e os dias se apresentam com tua sombra a me seguir e sua voz a me atormentar no deserto de meus lençóis.
Antes de estar aqui me livrei das amarras do tempo, me despi de mim e pisei no solo sagrado da vida, antes de estar aqui dobrei as pernas e me deitei por terra para sentir a verdade da mãe natureza, para que ela mãe e vida me aconselhasse como olhar o seu peito sem sentir a necessidade de abrir o meu e dele fazer sair o meu coração para que você o visse, para que todos vissem como ele chora e sofre por você, por tanto amor, por tantos desejos, por tantas coisas que me fazem ficar perdido nas travessas obliquas do cais.
Bem antes de vir eu atravessei o mar de minhas duvidas e quase me afoguei em minhas lágrimas, lágrimas de saudade... Saudades de tê-la em meu seio, um amor por inteiro!
FIM.

como fazer sexo

COMO FAZER SEXO :

Ingredientes:

- 04 olhos

- 04 pernas

- 04 braços

- 02 pacotes de leite

- 02 ovos

- 01 tigela

- 01 banana


Modo de preparar:

1- olhe dentro dos olhos;

2- com os braços, abrir as pernas;

3- aperte e massageie os pacotes de leite delicadamente;

4- coloque suavemente a banana na tigela, retirando-a logo em seguida.

Repita o procedimento até adquirir consistência cremosa.


Obs: para melhores resultados, continuar massageando os pacotes de leite.

5- ao elevar-se a temperatura, mergulhe a banana profundamente na tigela,

Cubra com os ovos e deixe-a umedecer preferencialmente.

NÃO pernoitar.

O Bolo estará pronto quando a banana amolecer.

Caso isso não ocorra, repitaos passos de 3 a 5 ou troque de tigela.

Observações:

- se VC se encontra em uma cozinha que lhe é estranha, lave bem utensílios

Antes e após o uso;

- não lamba a tigela

- caso o bolo cresça, fuja...

Experimentem fazer, a receita pode dar certo.

do roto ao visisonáro





























poesias I











Palhaço


Nosso Lar


Você faria o que?


respeitável público.


Respeitável público!

Por Poet Ha Abilio Machado. 210109.

Ah! Ser humano. Ser bestial que se acha o máximo. Somos por assim dizer vis, cruéis, egoístas desde a mais tenra idade, somos seres inigualáveis pela conduta anti espécie, andamos na falsidade da terra, escondemos nossa natureza real atrás de pedaços de outros seres para nos cobrir, tecidos rotos, trapos puídos, fazemos de tudo para nos esconder que por muito e por tão pouco acabamos esquecendo nosso mais breve passado. O passado onde se respirava pela arte, nas paredes, nas praças, no vilarejo e nas catedrais.
Quando falamos da arte, falamos das marcas, dos registros que ficaram, foi o escritor, o poeta, o desenhista, pintor, escultor, arquiteto, o médico, o operário, a mulher, a mãe, o músico e o ator, a natureza crua, o sonhador. Artistas! Que como menestréis da magia do tempo maravilham o futuro com o que se ficou marcado, que se ficou intacto como um pacto às gerações que dali conhecerão a história.
Se eu fosse o artista que fosse seria artista também, um que lhes fale de tudo, não seja papai e mamãe e nem fale de elefantes cor-de-amarelinha com pedrinhas no inferno e no céu. Minha alma é toda assim, misturada qual o sangue que parou em mim e despejei em minha prole, a ansiedade de mostrar e fazer algo numa mistura entre a cigarra e a formiga, trabalhando juntos e pondo-se a cantar.
Meu prazer mora sob o espaço, qualquer um, onde se possa falar, cantar, declamar, expor, as tábuas que me ficam aos pés são a força que me mantém além da cadeira arriada ou da cama encostada.
Meu prazer é receber o aplauso, é ter comentários, é fazer mesmo mentindo que a resposta não importa e que eu quero é apenas fazer, o que vem a me oferecer os ouvidos, os olhos, os sentimentos, as alegrias e as lágrimas, é a estes que devo agradar, me dar, me fazer, me esvair de mim na próxima poesia, no próximo ato, na próxima nota, no tocar do pincel sobre a tela, uma pequena resposta.
Dou-lhe sonhos e fantasias e você me aplaude; dou-lhe esperança e carinho e você me aplaude; dou-lhe meus pensamentos, castos, imundos ou em serenatas e você me aplaude; ofereço-lhe reflexões, soluções e muitas outras perguntas e você me aplaude; dou-lhe magia e delírio em alguns minutos e você me aplaude; digo-lhe que não abandones esta vida eufórica de amar e sorrir e você chora e me aplaude; eu professo verdades, mentiras e farsas e você me aplaude.
Sou eu agora que em pé lhe ofereço essa ovação, aplaudo você por ter lido esta crônica do começo ao fim e ter se identificado com ao menos uma palavra como a uma canção que fiz para falar de tua importância nos meus dias alegres ou tristes, nos que tem chuva ou sol, naqueles que não quero levantar, naqueles que quero renascer para sempre ter você aqui, com essas palavras colhidas e tratadas para lhe oferecer como se fosse a mais gostosa e substanciosa refeição que alimentará nossos dias e nosso coração!.

Me procure


a sombra de um janeiro


a busca.


segunda-feira, 8 de junho de 2009

homens e sonhos

Os Homens tem medo de realizar seus maiores Sonhos,
porque acham que não o merecem, ou não vão consegui-los.
Mas o medo está em seus Corações.
Os Corações morrem de medo só de pensar em
Amores que partiram para sempre, em momentos que poderiam ter sido bons e não foram, porque quando isso acontece, acabamos sofrendo muito...
sofreu quando foi em busca de seus
Sonhos, porque cada momento de busca é um momento de encontro com Deus e com a Eternidade...
Então...
Ouça seu Coração!
Ninguém consegue fugir do seu Coração.
Por isso é melhor escutar o que ele fala. Para que não venha um golpe que você não espera...
Porque você jamais vai conseguir mantê-lo calado.
E mesmo que finja não escutar o que ele diz, ele estará dentro do seu peito, repetindo sempre o que pensa sobre a vida e o mundo.

aa: Paulo Coelho

viver despenteada

VIVERDESPENTEADA

Hoje aprendi que é preciso deixar que a vida te despenteie,
por isso decidi aproveitar a vida com mais intensidade…
O mundo é louco, definitivamente louco…
O que é gostoso, engorda. O que é lindo, custa caro.
O sol que ilumina o teu rosto enruga. E o que é realmente bom dessa vida, despenteia…
- Fazer amor, despenteia.
- Rir às gargalhadas, despenteia.
- Viajar, voar, correr, entrar no mar, despenteia.
- Tirar a roupa, despenteia.
- Beijar à pessoa amada, despenteia.
- Brincar, despenteia.
- Cantar até ficar sem ar, despenteia.
- Dançar até duvidar se foi boa idéia colocar aqueles saltos gigantes essa noite, deixa seu cabelo irreconhecível…
Então, como sempre, cada vez que nos vejamos eu vou estar com o cabelo bagunçado…
mas pode ter certeza que estarei passando pelo momento mais feliz da minha vida.
É a lei da vida: sempre vai estar mais despenteada a mulher que decide ir no primeiro carrinho da montanha russa, que aquela que decide não subir
Pode ser que me sinta tentada a ser uma mulher impecável,toda arrumada por dentro e por fora,
O aviso de páginas amarelas deste mundo exige boa presença:
fique seria… e talvez deveria seguir as instruções, mas quando vão me dar a ordem de ser feliz?
Por acaso não se dão conta que para ficar bonitaeu tenho que me sentir bonita…
A pessoa mais bonita que posso ser!
O único que realmente importa é que ao me olhar no espelho,veja a mulher que devo ser.
Por isso, minha recomendação a todas as mulheres:
Entregue-se,
Coma coisas gostosas,
Beije, Abrace, dance, apaixone-se, relaxe,
Viaje, pule,durma tarde, acorde cedo,
Corra, Voe, Cante,
arrume-se para ficar linda, arrume-se para ficar confortável,
Admire a paisagem, aproveite, e acima de tudo, deixa a vida te despentear!!!!
O pior que pode passar é que, rindo frente ao espelho, você precise se pentear de novo...

inez sene