segunda-feira, 27 de julho de 2009

a história dos números

A História dos Números
Por Poetha Abilio Machado.

... Teatro de bonecos...

O cenário montado flui a idéia de ser uma floresta, bonita, limpa, sem excessos, um palco ambiental... Uma coruja surge no palco de bonecos, sob uma música que indique floresta, sons de pássaros, água...


Corujão... Olá crianças! Bem vindas à floresta encantada... Vocês hoje conheceram alguns colegas de vocês e meus alunos... É eu sou um professor... Professor dos pequenos aqui neste vale de lindas árvores, flores e frutos.

Arvore... Uhm, obrigada professor corujão... Falo por todos aqui, afinal nós árvores temos raiz, caule, folhas, flores e frutos... Que pensou para as crianças hoje?

Corujão... Vejam já estão chegando, eu pedi como trabalho de casa, vamos ver o que conseguiram resolver... Afinal a História dos Números foi uma importante invenção.

Pita... Bom dia professor... Eu consegui uma coisa bem conseguida...

Corujão... Conseguida?!

Pita... Pesquisada?!Achada?! Encontrada?!

Corujão... Interessante...

Pita... É isso...

Corujão... Prossiga... Que os outros vêm chegando.

Pita... Quando o homem vivia nas cavernas, lá no passado
e queria contar suas histórias
pintava nas paredes, e assim dava seu recado.

Lino... Depois, logo depois vieram aqueles... Vou chamara de índios danadinhos
Viviam na floresta e começaram a fazer marcas
Riscos nas árvores
De tudo o que queriam contar, contava, suas caçadas e aventuras longe do mar...

Bilo... E aquele povo que construíram as pirâmides lá no deserto, não é que inventaram uns sinais bem diferentes?
Assim eles se comunicavam sobre tudo: contavam histórias do passado e de seus faraós, das conquistas, de pedra, animal, e de gente, que povo inteligente...

Jeguer... Falano de povu tem aqueles qui ventaram os próprio numero, uns numero tudinho desenhado
qui nóis usa até os dia de hoji, os tar di povo romanu, povo por demais de danado.

Pandya... E a invenção do zero, que muda o valor dos números quando muda de lado,
a Índia fez o que ninguém tinha inventado.

Torresmo... Os números eitá que coisa, com ele eu posso contar e dar valor a tudo, aos peixinhos e sapos na lagoa e as deliciosas maçãs lá no pomar.

Quaqui... Eu fiz um trabalho junto com Leleu...

Corujão... Que foi que fizeram?

Leleu... Nós buscamos formas para representar os números...

Quaqui... Você olha alguma coisa e solta a imaginação...

Corujão... Boa idéia veja o que faremos... (cochicham os três e um a um os trabalhos vãos endo mostrados e neles os números de zero a dez).

Leleu... Vejam este que engraçado... Uma foto do Fred passeando no parque e ele corria atrás d’um balão... Que número ele parece?

Resposta... Número 1.

Quaqui... Esta foto eu trouxe a todo do meu parente o cisne Fançóis... Ele se parece com?

Resposta... Número 2.

Fred... Eu quero brincar também, veja só o desenho que fiz da minha amiga a borboleta Merces.

Resposta... Numero 3.

Bilo... A dona da Pita outro dia fez uma brincadeira com a cadeira e gritou: parece o número quatro não estão vendo e assim fez um retrato.

Torresmo... Minha mãe nos fez um bolo todo enfeitado, fez na forma de um número e era o número dos filhos representado. Quantos filhotes minha mãe tem eu brinco?

Leleu... Só pode ser 5.

Jeguer... A corda da minha rabeca rebentou e olha só o número que fez.

Todos... O número? SEIS.

Lino... eu achei um galho na árvore aqui do lado... Venham só o que parece...

Quaqui... O número sete.

Fred... Ontem mamãe me deu um biscoito, vocês não imaginam a forma que tinha...

Todos... o OITO.

Pita... Era sem dúvida nenhuma a imagem do infinito, mas eu achei uma partitura musical e quando olhei naquelas linhas, e na nota musical vi logo o NOVE nesta forma genial...

Corujão... Vejo que a todos devo lembrar do zero que tudo pode mudar de vez, se quando aparece antes do um é nada vale mas se muda para depois... Tudo muda é o dez!
E vamos cantar todo mundo:
Um e dois é feijão com arroz...
Três e quatro é limpando o prato...
Cinco e seis... Salada no lugar de pasteis.
Sete e oito... Só no lanche é a vez do biscoito.
Nove e dez... Uhm... Me deu fome outra vez!




Fim...

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