sábado, 27 de março de 2010

Abre-te sésamo.

Abre-te sésamo.




Por Abilio Machado, 100600848, 1º Psicologia.

História da Filosofia. Profº José Neivaldo.





Platão, adepto de Sócrates, em seu clássico ‘ A República ‘, apresenta em conto simples toda a complexidade do novo mundo, neste livro 8 somos levados a analisar além de nós mesmos, nosso constante desenvolvimento, nossas lutas diárias para superar os obstáculos existentes nos processos da mudança quando nos vemos frente a outra verdade, a vista, fundamentada, tocada e experimentada.

Mesmo escrita a tanto, cerca de dois mil e quinhentos anos, ainda constitui num exemplo da perseverança e de mudança. Mesmo nos dias de hoje percorremos a mesma trajetória do prisioneiro que conseguiu se libertar e enxergar ou absorver novos conhecimentos ao sairmos de nossas ‘ cavernas ‘ e também de mesma forma ao retornarmos devemos estar cientes que enfrentaremos resistências sobre o que lhes oferecemos, pois há comportamentos conservadores que ainda preferem as sombras do que nova realidade.

Como numa paráfrase a ‘Aladim e sua alâmpada ou Ali Baba e os quarenta ladrões’ vivemos perdidos no deserto em total pobreza, fome e sede a procura de alento. Somos perseguidores de sonhos ou descobridores de tesouros, e a palavra mágica poderia ser ‘verdade’ e com ela abrirmos outros recantos secretos repletos de riqueza, pois incontestavelmente nossos dias são progressos e sabemos disso ao reconhecermos o caminho que percorremos e de nossa reflexão como agentes de mudanças e de partilha a encorajar a outros a também seguir além das sombras.

O Mestre da Vida ou Sócrates ao proferir seu célebre adágio ‘ Sei que nada sei ‘ nos diz que reconhecer a ignorância é o princípio da sabedoria, que isto é um aviso ao constante aperfeiçoamento, é o que nos impulsiona a querer saber mais e, sobretudo partilhar apesar das dificuldades, das resistências, devemos nos manter firme em busca pela evolução, a busca de novas verdades que são nossos tesouros no deserto, sem esquecermos, claro, que devemos partilhar desta luz ou distribuir estes bens e assim causarmos a verdadeira distribuição de renda ‘o estranhamento’, e deste virá a incerteza que lhes darão questionamentos, e destes virá a necessidade de buscar as respostas cada vez mais.

Tal como o conto de Aladim ou como a Ali, andamos a procura pelo deserto de uma ‘palavra’ que abra novas fronteiras, que nos oportunize o aprender e quissá contribuir ao benefício de outros.









“A maior de todas as ignorâncias é rejeitar

uma coisa sobre a qual você nada sabe.”

H. Jackson Brown

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