domingo, 24 de abril de 2011

Artista da minha rua...

Artista da minha rua.






A imagem retida do universo

Reflexo, refluxo de enjôos

Em sombras astrais...

Os caracteres das cavernas

Os grafismos dos tempos

Magos pintores

Artistas seresteiros

A civilização atingido o novo milênio

Mudaria sua velha fórmula?!

Pensava...

Ou cabalmente se prostaria ao modelo antigo

Onde santo de casa não faz milagre

Só serve de escada...



É desta forma que se segue a estrutura da grande sociedade

Assinada na mais vã hipocrisia

Ceder a discursos vazios, uma maresia

Ao poder de uma minoria

A maioria que é o povo nem mesmo a metade

Na procura de suas perguntas, que maldade

Não haverá respostas,

Pois a bandeja com o bolo a ser cortado

Vai ser servida às suas costas...



Nas suas asas incontidas,

Amparadas para que não voes

No lembrete afiançado

Caso e fato

Sua arte é maltrapilha

Quando olhada pelo mesmo lado...



De ser o ser, simplesmente evoluir.

Ir...

Entre o macaco e o homem

Fico eu com a costela

É mais mágico e mais cheio de poder

É mais destino, mais força.

Mais afrontador.

Mas palavra!

Estou cansado de fazer arte

E minha terra me fazer isolado...

Como se o que eu faço não tivesse valor...

Aforismos de meus ais.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comente o que achou do texto se foi doseu agrado e ofereça sugestões... Obrigado.