domingo, 11 de dezembro de 2011

Dia Universal do Palhaço 10 de dezembro


                                             Raquel Gonçalves em seu momento palhacinha

Dia Universal do Palhaço


Dia 10 de dezembro

É Arte o Fazer Rir?!


Quantas brincadeiras observamos destes meninos homens e mulheres que com suas pilhações fazem o divertir de todas as idades. Eu adoro quando sou palhaço, quando estou palhaço, mesmo confesso que tenho meod profundo de não agradar, de não conseguir o respaldo do publico que assiste.

O uso ou não de palavras transbordam, sou o brincalhão, não curto muito a linha do besteirol, palhaço não precisa disso, de falar besteira e nem tampouco ser truculento... O dicionário de língua portuguesa define o palhaço de maneira sublime.



Quem já foi a um circo ou teve a oportunidade de assistir às brincadeiras desse artista numa praça ou na TV, sabe bem que essa simples definição não consegue transmitir toda a magia e a alegria que o palhaço proporciona.

E é no dia 10 de dezembro comemora-se o dia universal do palhaço.

Nas minhas roupas coloridas e descombinadas, seu sapato de pantufa, um nariz vermelho e minha cara pintada, muitas vezes não preciso sequer abrira boca para provocar o riso.Uma ameaça de brincadeira que são geralmente à base de mímicas, com trapalhadas, piruetas, tombos e pulos que animam a criança dentro do outro. Crianças são as que mais se divertem com as brincadeiras deste sonhador, ficam ali estáticas, e embarcam junto nas fantasias e sorriem, esta semana no hospital nem mesmo estava maquiado, carregava as coisa de palhaço num saco amarelo mas na mão carregava um martelão de plástico e observando as carinhas ao passar eplos corredores daquelas filas quase intermináveis, eu parava fazia uma ameaças e tumb, batia nelas com o martelão e naqueles olhos entristecidos vinham o sorriso e o grito:

Ai, mãe olha aqui... um palhaço diferente!


Claro que eu quando era pequeno também me assustava com facilidade, fiquei assim como uns traumas de palhaço, principalmente com medo que roubassem minhas irmãs, afinal palhaço o que é? Ladrão de mulhé!

O paradoxo é que as mesas roupas de cores absurdas e a cara pintada fora a época dos cara pintadas causam um treco chamado coulrofobia, ou seja fobia de palhaço, fobia de mim, de mim mesmo...

__oh! Vida cruel. uel,uel,uel,uel,uel...



Para isso os psicologos e os palhaços pedem a ajuda dos pais que colaborem já nos primeiros sintomas de que a informação seja dada de que o palhaço é um artista, um artista do riso, e da alma.Eis alguns palhaços que fizeram história:

O palhaço Bozo é, sem dúvida, o primeiro nome que vem à cabeça de qualquer pessoa com mais de 20 anos de idade. Bozo foi um personagem criado em 1946 nos Estados Unidos por Alan Livingston, que fez um sucesso estrondoso em todo o mundo durante décadas. O sucesso foi tanto que um sistema de franquias foi criado para quem quisesse explorar o nome e o formato do programa de TV do palhaço norte-americano. No Brasil, Bozo era interpretado pelo comediante Wandeko Pipoca que conduzia um programa infantil regado a brincadeiras, músicas, sorteios, desenhos e encenações de personagens como a Vovó Mafalda, Bozolina e o professor Salci.

George Savalla Gomes, o palhaço Carequinha, deu início à sua carreira aos cinco anos de idade no circo da família sem saber que mais tarde se tornaria o palhaço mais popular brasileiro. Carequinha foi o primeiro artista circense fez sucesso na TV, seu programa foi pioneiro com o formato de atração infantil de auditório, no qual ele agitava a criançada com o bordão "tá certo ou não tá?". O sucesso de Carequinha foi tanto que fez com que ele gravasse 26 discos ao longo de sua carreira e participasse de diversos filmes. As músicas que mais se destacaram e que até hoje são conhecidas pelas crianças foram: "Sapo Cururu", "Marcha Soldado", "Escravos de Jó" e o "O Bom Menino". Carequinha faleceu aos 90 anos de idade em 5 de abril de 2006.



Existiram também os palhaços sem pintura característica, mas que não ficaram atrás no quesito gargalhadas:

O grupo Trapalhões, que fez sucesso na TV e no cinema, arrancou inúmeros sorrisos de crianças e adultos que assistiam as palhaçadas de Didi Mocó, Mussum, Dedé Santana e Zacarias. O programa dos Trapalhões era estruturado em várias esquetes que representavam situações cômicas em que os protagonistas apostavam algo entre si ou pregavam peças uns nos outros, onde o ator escada era tão visível quanto o protagonista.

Como imortalizado na múisca Sonhos de palhaço de Antonio Marcos:

Ah a via sempre foi, um circo sem igual, onde a farsa do palahço é natural...

Ser palhaço é ser feliz!
                            A Alexia com sua roupa de 'Lola, a cachorrinha feliz'... E Raquel na pose... ui!

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