sábado, 18 de fevereiro de 2012

Ministério quer pôr avaliação dos directores nas mãos da comunidade escolar

A proposta de modelo de gestão das escolas do Ministério da Educação começa hoje a ser apreciada pelos sindicatos e será objecto de negociação durante as próximas semanas.  As alterações que o Governo pretende fazer ao modelo de gestão das escolas estão longe de "devolver a democraticidade" reivindicada pelos sindicalistas, mas também não contribuem para o temido reforço dos poderes dos directores. Se a proposta do Ministério da Educação e Ciência (MEC) for avante, estes precisarão de mais votos para serem eleitos e o seu desempenho passa a ser avaliado pelo Conselho Geral da respectiva escola, onde estão representados professores, funcionários, alunos, pais, município e instituições da comunidade local.

A proposta ontem à noite enviada pelo MEC aos sindicatos diz respeito à revisão do Decreto-Lei 75/2008, o diploma de Maria de Lurdes Rodrigues sobre o regime de autonomia, administração e gestão das escolas que, entre outros aspectos, pôs fim aos conselhos executivos. As sugestões feitas pelo MEC, que serão objecto de negociações com os sindicatos nas próximas semanas, vão no sentido de manter o modelo, mas com a alteração do funcionamento e das competências dos órgãos das escola e do reforço da autonomia. "Não pretendemos fazer uma revolução, mas eliminar constrangimentos detectados, conferir maior autonomia às escolas e garantir taxas mais elevadas de sucesso escolar, prevenindo também o abandono", sublinhou ao PÚBLICO o secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar, João Casanova Almeida, na noite de ontem.

Uma das novidades prende-se com as qualificações exigidas aos candidatos a directores que, para além de terem de ser docentes com pelo menos cinco anos de serviço, vão precisar de ter formação específica na área da gestão e administração escolar. Uma condição que, segundo Casanova Almeida, se prende com a necessidade de garantir "a eficácia da gestão" e que está relacionada com outras duas modificações propostas, nesta área. Com vista "ao reforço da legitimidade do poder do director", que actualmente pode ser eleito com apenas um voto, o MEC propõe a obrigatoriedade de que ele seja eleito com pelo menos um quarto dos votos do Conselho Geral, que é composto por um máximo de 21 elementos. Outra novidade: no momento da avaliação de desempenho, será precisamente perante este mesmo órgão que o director (hoje avaliado pelo respectivo director regional de educação) terá de prestar contas, segundo a proposta que ontem chegou aos sindicatos. Não se prevê alterações à composição do Conselho Geral, que conta com representantes do pessoal docente e não docente (numa percentagem não superior a 50%) e ainda dos alunos, dos pais, do município de empresas e de associações locais. Os critérios de avaliação, "a estabelecer em diploma legal próprio", "serão objectivos", assegura o secretário de Estado.

Para os professores, poderão ser também relevantes duas outras alterações propostas. O número de departamentos curriculares passará a variar, de acordo com a realidade das escolas, que passarão a ter autonomia para o determinar. E os coordenadores desses departamentos, defende o MEC, devem deixar de ser nomeados pelo director, que passará a indicar vários nomes, um dos quais será escolhido pelos docentes. O Governo passa ainda a escrito a já anunciada intenção de prosseguir com a constituição de agrupamentos verticais de escolas e com a sua agregação. Não são definidos critérios quanto ao número de alunos de cada mega-agrupamento, mas fica estabelecido que alguns tipos de escolas - entre as quais as 108 TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) - só serão agregados se as direcções assim o desejarem.

in:  http://www.publico.pt/Educa%C3%A7%C3%A3o/ministerio-quer-por-avaliacao-dos-directores-nas-maos-da-comunidade-escolar-1533337

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

I M P - Investigação do Movimento Particular-VAGAS LIMITADAS*


{núcleo de pesquisa em dança}
O IMP - Investigação do Movimento Particular existe desde 2007 no Vila Arte Espaço de Dança e tem como objetivo proporcionar um ambiente de pesquisa em dança estimulante e provocativo, pautado essencialmente na experiência. Trata-se de adquirir saberes a partir de uma construção coletiva de interesses, em tempo real, porém compreendendo e acolhendo as particularidades de mover e criar de cada integrante. Nossa pesquisa tem o corpo como território de passagem das experiências investigativas, mas os desdobramentos desses corpos dançantes são infinitos.
Orientação: Juliana Adur

Visite: www.movimentoparticular.blogspot.com

Início: 02 de março de 2012
Sextas-feiras, das 9h às 11h
Inscrições até 29 de fevereiro
VAGAS LIMITADAS*

* Os interessados deverão entrar em contato com o Vila Arte Espaço de Dança agendando uma conversa com a orientadora. A inscrição só poderá ser efetuada após a realização desta conversa.

O Vila Arte é um espaço voltado para os estudos do corpo na contemporaneidade que acredita na formação de multiplicadores de arte. Além dos cursos regulares de dança é também sede da desCompanhia de dança, dirigida por Cintia Napoli e ainda promove eventos como o Café com Dança e o LAB_, mostras compartilhadas com o público.

Juliana Adur é formada em Educação Física pela UFPR e pós graduada em arte contemporânea pela UTP. Realizou a Formação Intensiva Acompanhada do c.e.m - centro em movimento (Lisboa/PT). Atua na desCompanhia de dança como bailarina e assistente de direção e na Súbita Companhia de Teatro como atriz e orientadora corporal. É professora de dança contemporânea no Vila Arte Espaço de Dança e orientadora de um grupo de preparação corporal para atores e bailarinos no Pé no Palco Atividades Artísticas.

Informações e Inscrições:
Vila Arte Espaço de Dança
Rua Saldanha Marinho, 76 - sala 03
Centro - Curitiba/Pr
41 3233 8034 / 9992 5140
contato@vilaartedanca.com.br
juliana.adur@hotmail.com
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domingo, 12 de fevereiro de 2012

Precisamos Urgente Projeto de Lei ‘proíba ou regularize’ a propaganda sonora em vias públicas...



Precisamos de nossos vereadores, que apresente um Projeto de Lei que proíba ou regularize a propaganda sonora em vias públicas da nossa cidade... 

Que se entenda e se estenda também aos chamados ‘boyzinhos’ que andam com seus carros tunados em caixas e altos-falante, tremendo as estruturas não só do próprio carro, mas das casas por onde passam...
Uma proposta, ficando’ proibida  ou no mínimo uma regularização‘ para a propaganda sonora feita por veículos automotores, de tração animal ou humana, quando em movimento ou estacionados.
O que acontece é que a cada dia parecem aumentar o dial do volume, a fiscalização que deveria funcionar não acontece, pois é de responsabilidade da Prefeitura Municipal e as penalidades para quem não cumprir a lei deveriam variar entre: advertência, multa em valores em espécie (reais)– duplicada em caso de reincidência – apreensão do equipamento sonoro, cassação do alvará de funcionamento e/ou de localização, em caso de estabelecimento comercial, industrial ou de prestador de serviço, a partir da aplicação da terceira multa.
Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o limite tolerável ao ouvido humano é de 65 dB (decibéis). Acima disso, nosso organismo sofre estresse, aumentando o risco de doenças.
Ruídos acima de 85 dB aumentam o risco de comprometimento auditivo. Dois fatores são determinantes para avaliar a amplitude da poluição sonora: o tempo de exposição e o nível do barulho a que se expõe a pessoa.
A perda da audição, o efeito mais comum associado ao excesso de ruído, pode ocasionada por várias atividades do nosso dia-a-dia.
Há, por exemplo, perda de 30% da audição para pessoas que ouvem músicas via aparelhos portáteis (MP3, MP4 e similares) por duas horas diárias, durante dois anos em níveis próximos de 80 dB. (este dado cabe aos donos de aparelhos que os ligam dentro dos ônibus que também deveriam ser punidos pelos barulhos sonoros dentro do espaço e transporte público, já que não dá para multar pelo mau gosto em música.
Estima-se que 10% da população do país possua distúrbios referentes a perda de audição. Atualmente, cerca de 5% das insônias são causadas por fatores externos, principalmente ruídos.
‘Vejo por mim, que lhes escrevo, pois que há um vizinho que mantém uma oficina de motos não regularizada, pois afinal, é vetado dentro de conjuntos habitacionais e bairros urbanos ‘atividades comerciais, industriais ou de prestadores de serviço’ tais como esta oficina mecânicas de motos, enfim é justamente pela proximidade das casas, que tais atividades são proibidas, a meu exemplo que o barulho agride o silencio tanto que eu fico irritado, as crianças pequenas são irritadas, os animais, vizinhos saem e não ficam em casa, agora imaginem quando você chega de uma cirurgia cardíaca, ou de um parto com neném pequeno, e o barulho começa e você é obrigado a ficar deitado sem se mover, e não adianta deixar o som da TV também alto, o som, das motos e dos carros de propaganda são intransigentes.’
Conforme pesquisas, níveis altos de ruídos provocam uma grande variedade de problemas à saúde das pessoas, que vão de efeitos psicológicos (raiva, insônia, irritação, disritmia, entre tantos), distúrbios neurológicos (distúrbios emocionais, vestibulares, do sono, cognitivos, comunicativos, cardiovasculares e hormonais), náuseas e dores de cabeça, até redução da produtividade e o aumento do número de acidentes.
Segundo a Sociedade Brasileira de Acústica, os níveis de ruído industrial nas empresas brasileiras são excessivos e o mesmo acontece nas ruas de Campo Largo.
Enquanto nossos vereadores não agem lanço uma CAMPANHA:
O CARRO DE SOM TE INCOMODA?
NÃO COMPRE OU USE O PRODUTO OU SERVIÇO ANUNCIADO POR ELE...
SIMPLES ASSIM!

O FOLCLORE BRASILEIRO



                O folclore do Brasil é riquíssimo, um dos mais ricos do mundo. Para sua formação, colaboraram principalmente, além do elemento nativo (o índio), o português e o africano. Estes três povos constituíram, podemos dizer, as raízes de nossa cultura. Posteriormente, imigrantes de outros países, como Itália e Alemanha, deram sua contribuição ao nosso folclore, tornando-o mais complexo e mais rico.

                A tendência dos costumes de povos diferentes é, quando estes se relacionam de modo íntimo, construir expressões híbridas, ou seja, suas culturas se misturam, resultando em novas expressões de manifestação popular.

                Como os grupos humanos influenciam uns aos outros, podemos dizer que o folclore não é uma ciência estática, morta. Ao contrário, ele é dinâmico, pois além de pesquisar o passado, tem de estar atento às transformações do presente.

                O Brasil, vasto qual um continente, apresenta regiões distintas, onde há diferença de intensidade das influências dos povos formadores. Por outro lado, cada região possui seu gênero de vida de acordo com o meio ambiente, o que influi, também, no folclore brasileiro. A seguir, então, será narrada uma idéia geral dos vários desdobramentos do nosso folclore:

a)       Linguagem Popular: gíria, apelidos ou alcunhas, legendas, linguagem especial ou cifrada, metáforas, frases feitas. Além da palavra há a mímica e os gestos. Assim, nós temos expressões utilizadas em todo o país (“tirar o pai da forca”, “está se virando”), compreendidos por todos, e expressões regionais, somente entendidas pelos habitantes da região (“gineteando” RS “Fute” dito na região NE).
b)       Literatura Oral: poesia, história, fábulas, lendas, mitos, romances, 
parlendas, adivinhas, anedotas, provérbios, orações, pregões e literaturas de cordel, todos transmitidos oralmente;
c)        Lúdicos: são os folguedos populares tradicionais, os jogos, os brinquedos
e brincos. Exemplos: Bumba-meu-boi (NE), Caboclinhas (PB e RN), Cavalhadas (RS, AL, PR e SP), Ciranda (PE), Congada (SP, ES, BA, MG, GO, PR, RS), Cordões de Bicho (AM), Fandango, conhecido em todo o Brasil e, ainda Guerreiros, Mamulengo, Maracatu, Moçambique, Pastoril, Quilombo e Reisado.
d)       Música: a música folclórica está presente em quase todas as manifestações populares. A serenata, coreto, cantigas de rixa, bendito, cantigas de cego, cantos de velório e cânticos para as almas são formas de músicas folclóricas.
e)        Crendice: (Superstições) as de caráter ativo se manifestam em regiões, cultos dos santos, seitas, cultos de fetiches; e as de caráter passivo nos presságios, esconjuros, orações, tabus e totemismos. Contam com patuás, relíquias, amuletos, talismãs, bentinhos e santinhos.
f)        Usos e Costumes: ritos de passagens, usanças agrícolas, pastoris, medicina rústica e trajes.
g)        Artes Populares e Técnicas Tradicionais: culinárias, rendas e bordados, cerâmicas e trabalhos artesanais.

A comemoração  do  Dia  do  Folclore  é  a  22  de  agosto,  data  em que a

palavra folclore foi empregada pela primeira vez.