domingo, 12 de fevereiro de 2012

Precisamos Urgente Projeto de Lei ‘proíba ou regularize’ a propaganda sonora em vias públicas...



Precisamos de nossos vereadores, que apresente um Projeto de Lei que proíba ou regularize a propaganda sonora em vias públicas da nossa cidade... 

Que se entenda e se estenda também aos chamados ‘boyzinhos’ que andam com seus carros tunados em caixas e altos-falante, tremendo as estruturas não só do próprio carro, mas das casas por onde passam...
Uma proposta, ficando’ proibida  ou no mínimo uma regularização‘ para a propaganda sonora feita por veículos automotores, de tração animal ou humana, quando em movimento ou estacionados.
O que acontece é que a cada dia parecem aumentar o dial do volume, a fiscalização que deveria funcionar não acontece, pois é de responsabilidade da Prefeitura Municipal e as penalidades para quem não cumprir a lei deveriam variar entre: advertência, multa em valores em espécie (reais)– duplicada em caso de reincidência – apreensão do equipamento sonoro, cassação do alvará de funcionamento e/ou de localização, em caso de estabelecimento comercial, industrial ou de prestador de serviço, a partir da aplicação da terceira multa.
Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o limite tolerável ao ouvido humano é de 65 dB (decibéis). Acima disso, nosso organismo sofre estresse, aumentando o risco de doenças.
Ruídos acima de 85 dB aumentam o risco de comprometimento auditivo. Dois fatores são determinantes para avaliar a amplitude da poluição sonora: o tempo de exposição e o nível do barulho a que se expõe a pessoa.
A perda da audição, o efeito mais comum associado ao excesso de ruído, pode ocasionada por várias atividades do nosso dia-a-dia.
Há, por exemplo, perda de 30% da audição para pessoas que ouvem músicas via aparelhos portáteis (MP3, MP4 e similares) por duas horas diárias, durante dois anos em níveis próximos de 80 dB. (este dado cabe aos donos de aparelhos que os ligam dentro dos ônibus que também deveriam ser punidos pelos barulhos sonoros dentro do espaço e transporte público, já que não dá para multar pelo mau gosto em música.
Estima-se que 10% da população do país possua distúrbios referentes a perda de audição. Atualmente, cerca de 5% das insônias são causadas por fatores externos, principalmente ruídos.
‘Vejo por mim, que lhes escrevo, pois que há um vizinho que mantém uma oficina de motos não regularizada, pois afinal, é vetado dentro de conjuntos habitacionais e bairros urbanos ‘atividades comerciais, industriais ou de prestadores de serviço’ tais como esta oficina mecânicas de motos, enfim é justamente pela proximidade das casas, que tais atividades são proibidas, a meu exemplo que o barulho agride o silencio tanto que eu fico irritado, as crianças pequenas são irritadas, os animais, vizinhos saem e não ficam em casa, agora imaginem quando você chega de uma cirurgia cardíaca, ou de um parto com neném pequeno, e o barulho começa e você é obrigado a ficar deitado sem se mover, e não adianta deixar o som da TV também alto, o som, das motos e dos carros de propaganda são intransigentes.’
Conforme pesquisas, níveis altos de ruídos provocam uma grande variedade de problemas à saúde das pessoas, que vão de efeitos psicológicos (raiva, insônia, irritação, disritmia, entre tantos), distúrbios neurológicos (distúrbios emocionais, vestibulares, do sono, cognitivos, comunicativos, cardiovasculares e hormonais), náuseas e dores de cabeça, até redução da produtividade e o aumento do número de acidentes.
Segundo a Sociedade Brasileira de Acústica, os níveis de ruído industrial nas empresas brasileiras são excessivos e o mesmo acontece nas ruas de Campo Largo.
Enquanto nossos vereadores não agem lanço uma CAMPANHA:
O CARRO DE SOM TE INCOMODA?
NÃO COMPRE OU USE O PRODUTO OU SERVIÇO ANUNCIADO POR ELE...
SIMPLES ASSIM!

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