sexta-feira, 19 de abril de 2013

MAIS TINTA CASEIRA PARA A ARTE DOS BEBÊS!


Misture 4 colheres de amido de milho, 
três colheres de água 
e mexa em uma xícara com água fervendo. 

Quando a mistura esfriar, 
acrescente corante para alimentos 
e coloque na geladeira. 

A tinta caseira pode ser utilizada 
em superfícies secas ou úmidas.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

CHIMARRÃO


CHIMARRÃO

Os pesquisadores do Instituto Pasteur e da Sociedade Científica de Paris fizeram um estudo sobre a Erva-Mate e concluíram que o Mate contém praticamente todas as vitaminas necessárias para sustentar a vida. 
Segundo os pesquisadores não existe no mundo outra planta que se iguale à Erva-Mate em suas propriedades e seu valor nutricional.

Características:
Digestiva
É um moderado diurético
Estimulante das atividades físicas e mentais
Auxiliar na regeneração celular
Elimina a fadiga
Contém vitaminas - A, B1, B2, C e E
É rica em sais minerais como Cálcio, Ferro, Fósforo, Potássio, Manganês
É um estimulante natural que não tem contra-indicações
É vaso-dilatador, atua sobre a circulação acelerando o ritmo cardíaco
Auxiliar no combate ao colesterol ruim (LDL), graças a sua ação antioxidante
Por ser estimulante possui também poderes afrodisíacos, graças a vitamina “E” presente na erva-mate
É rica em flavonóides (antioxidantes vegetais) que protegem as células e previnem o envelhecimento precoce, tendo um efeito mais duradouro pela forma especial como se toma o mate
Segundo o médico pesquisador, Dr. Oly Schwingel, é indicado o uso do chimarrão de duas a três vezes ao dia
Previne a osteoporose, fortalecendo a estrutura óssea graças ao Cálcio e as vitaminas contidas na erva-mate
Contribui na estabilidade dos sintomas da gota (excesso de ácido úrico no organismo)
É rico em fibras que contribuem para o bom funcionamento do intestino
Auxiliar em dietas de emagrecimento
Atua beneficamente sobre os nervos e músculos
Regulador das funções cardíacas e respiratórias...,













CHIMARRÃO

Os pesquisadores do Instituto Pasteur e da Sociedade Científica de Paris fizeram um estudo sobre a Erva-Mate e concluíram que o Mate contém praticamente todas as vitaminas necessárias para sustentar a vida.
Segundo os pesquisadores não existe no mundo outra planta que se iguale à Erva-Mate em suas propriedades e seu valor nutricional.

Características:
Digestiva
É um moderado diurético
Estimulante das atividades físicas e mentais
Auxiliar na regeneração celular
Elimina a fadiga
Contém vitaminas - A, B1, B2, C e E
É rica em sais minerais como Cálcio, Ferro, Fósforo, Potássio, Manganês
É um estimulante natural que não tem contra-indicações
É vaso-dilatador, atua sobre a circulação acelerando o ritmo cardíaco
Auxiliar no combate ao colesterol ruim (LDL), graças a sua ação antioxidante
Por ser estimulante possui também poderes afrodisíacos, graças a vitamina “E” presente na erva-mate
É rica em flavonóides (antioxidantes vegetais) que protegem as células e previnem o envelhecimento precoce, tendo um efeito mais duradouro pela forma especial como se toma o mate
Segundo o médico pesquisador, Dr. Oly Schwingel, é indicado o uso do chimarrão de duas a três vezes ao dia
Previne a osteoporose, fortalecendo a estrutura óssea graças ao Cálcio e as vitaminas contidas na erva-mate
Contribui na estabilidade dos sintomas da gota (excesso de ácido úrico no organismo)
É rico em fibras que contribuem para o bom funcionamento do intestino
Auxiliar em dietas de emagrecimento
Atua beneficamente sobre os nervos e músculos
Regulador das funções cardíacas e respiratórias...,

A Concentração e a arte da mímica.


A Concentração e a arte da mímica.


Marcel marceau em cena do quadro "A Gaiola".

A concentração é uma das formas mais importantes para se chegar à essência da arte da mímica. Muitos artistas são “derrubados” no palco quando não estão em estado de profunda conexão consigo mesmos e com o público. Na condição de estudante, aprender as técnicas da mímica é fundamental o interessado buscar os estados que podem conduzi-lo a um mergulho na essência da técnica de mímica teatral: estatuísmo, mímica corporal, pantomima e outras formas de mímica que deseja estudar.
No estatuísmo, a concentração mais eficaz é a VUSUALIZAÇÃO.
Concentrar-se num ponto e manter a imagem viva na mente de si mesmo.
Quando o estudo aparece como proposta, é necessário que o aprendiz busque sempre fazer uma coisa de cada vez e de forma paciente. Lidar com a ansiedade e a pressa é uma das questões que fazem o estudante avançar ou recuar.
Para se aprender é necessário repetição e persistência, paciência e silêncio interno. A prática do silêncio interno é meditativa e está bem longe do nosso proceder cultural mas com a quebra de fronteiras e a globalização, hoje em dia temos acesso a essas técnicas acessando sites na internet, e observando leituras indicadas que podem ajudar a melhorar a atenção e o contato com o resultado que se quer atingir.
Acessar o “estado desejado” é uma das formas mais diretas e simples de se chegar a um contato mais pleno com o eu e mergulhar na prática que se pretende. Através do ESTADO DESEJADO, podemos antecipar sensações e visualizar na mente o resultado a que se quer chegar.
Uma dica para se chegar ao ESTADO DESEJADO é:

PRIMEIRO BLOCO
1 – Visualizar a imagem perfeitamente, com os olhos fechados e concentrar-se nela por alguns segundos.
2 – Imaginar movimentos para esta imagem dentro da mente sem mover os músculos do corpo.
3 – Repetir corporalmente os movimentos produzidos na mente, só que, desta vez, com os olhos abertos.

SEGUNDO BLOCO
4 – Lembrar de respirar lentamente 3 vezes e depois fazer uma respiração profunda, de olhos fechados.
5 – Fazer o mais absoluto silêncio enquanto executa cada passo do exercício de concentração.
6 – Retomar toda a sequência do primeiro e segundo bloco com os olhos abertos e de frente para os colegas.

EXERCÍCIO DE VISUALIZAÇÃO
1 – Criar uma imagem bem clara de uma estátua nos mínimos detalhes, uma coisa de cada vez. O detalhe da roupa, o tipo de pintura (maquiagem) a referência específica de onde ela surgiu (se de algum lugar e/ou algum livro como referência).
2 – Após todo o detalhamento da imagem, abrir os olhos e escrever de forma automática (sem elaborar) cada detalhe que foi pensado. Deixar a escrita fluir sem parar.
3 – Bucar num colega da sala a referência para esta estátua, ir até ele, vesti-lo de forma improvisada com lençóis disponíveis e/ou pedaços de jornal, de forma a se aproximar da imagem criada na memória.
4 – Explicar para os colegas cada detalhe que utilizou para recriar a imagem e após a imagem criada em um dos colegas (modelo), explicar o que falta na estátua para que possa ser comparada com o que de fato ele conseguiu de resultado.

A execução passo a passo desses exercícios acima vão exigir e ao mesmo tempo adestrar a mente para uma correta concentração e desenvolvimento do aprendiz.

Como medir a concentração:
Uma das maiores dificuldades que se tem quando se está estudando uma disciplina rigorosa como é a arte da mímica é “medir a concentração”. Devido a nossa forma “aleatória” de proceder e também pelo negativismo “cultural” de nossa mente, tendemos a achar que não avançamos em nada quando fazemos um determinado exercício.
Para que se perceba o avanço é necessário:
1 – Fazer a comparação do estado “atual” com o estado “anterior” e ver qual o “ganho” obtido durante o processo.
2 – O estado positivo da mente também é fundamental. É importante que se desenvolva rapidamente a idéia de que o caminho entre o “começo”e o “fim” já é um grande ganho, um movimento em relação ao resultado.
3 – Acreditar que não se pode aprender sem dar “um passo de cada vez” e que o resultado disso é “sempre um resultado”.
4 – Substituir a “expectativa” pela “visualização”, ou seja, ao invés de criar parâmetros externos, o estudante deve visualizar internamente o estado que deseja chegar.

MÍMICA, O QUE É ISSO?



Diz Jiddu __ Comecei a fazer mímica em 1988 e a partir de 1995 iniciei uma pesquisa sobre a ação de outros mímicos pelo Brasil a fora. Este texto foi escrito a partir de especulações intuitivas e conversas com artistas ligados ao teatro gestual brasileiro e internacional.
Muitos nomes não estão citados aqui e este texto pretende apenas ser uma versão dos fatos e não os fatos em si.


Três gerações da mímica. Eduardo Coutinho (esquerda) Vinícius Della Líbera
(Centro) Jiddu Saldanha (direita).


Reflexões sobre a história esquecida dos mímicos brasileiros.
- por Jiddu Saldanha /junho - 2004

A mímica tem essa coisa atávica, porque faz parte da vida humana. Somos seres gestuais, antes de qualquer coisa. Dizemos o que queremos com olhos, boca e mãos sem precisar pronunciar palavras.
Na arte da mímica em si, tudo vira metáfora pois, através da pantomima, pode-se dizer coisas que chegam às pessoas por vias sutis e vão, aos poucos, revelando uma teia de acontecimentos na sensibilidade de quem se coloca para os mistérios e as novidades da arte.
Mímicos como Josué Soares, Fernando Vieira e Cleber França nos transportam para uma estrutura cênica pela qual se configura a arte do gesto. O mímico precisa preservar seu lado criança evitando, assim, a lógica estrutural do mundo adulto que sempre formaliza os resultados. Precisamos de um certo “acidente de percurso" para entender, de fato, as nuances de nossa arte e executá-la, até ir se instalando na sensibilidade do mundo interior do expectador.

Uma colagem virtual feita por Vinícius Della Líbera, em 2005, mostra
a gama de mímicos brasileiros atuantes entre a década de 80 até por
volta de 2005. 
Eu tenho muita fé na arte da mímica. Acredito que é uma forma de expressão que vale a pena ser vivenciada em todos os seus aspectos. Estamos avançando, e vamos dar a volta por cima em relação ao que acontece hoje no Brasil. Esta falta de foco que todo o país atravessa, esta falta de reconhecimento para um dos mais belos aspectos da história de nosso teatro. Os mímicos estão revestidos de uma história plena de resultados e não são poucas as histórias que podemos contar a respeito de nossos feitos por este país afora.
A mímica tem como foco o corpo total do ator e o imaginário da platéia. Para nós a fala pode ser lida como gesto, porque o contexto e as intenções são outras, que não as do teatro tradicional que é literário e falado. O mímico se locomove num universo de silêncio (se for clássico) e pode se apropriar do mundo sonoro, das onomatopéias (se for contemporâneo), fazendo ponte com o fundo musical. Existem visões dissonantes entre o que pode ser um teatro gestual e um teatro de mímica, os contextos variam e os resultados conseguidos por atores são infinitos, dada a riqueza desta forma de expressão.
O Brasil tem dois grandes mestres nesta arte, que podemos considerar nossos pioneiros: Luis de Lima e Ricardo Bandeira. Foram eles que deram origem à genealogia da mímica no Brasil.
Baluartes da mímica no Brasil!
Luis de Lima (falecido em 2002) nasceu em Portugal e veio para o Brasil tornando-se, desde a década de 1950 uma referência nesta arte. Ele foi um Intelectual que estudou mímica com os mestres franceses, tornando-se, inclusive, amigo pessoal do grandioso Etiénne Decroux, considerado o maior mestre contemporâneo desta arte. Depois de um certo período, Luis de Lima passou a dedicar-se ao teatro literário, tornando-se tradutor e intérprete de autores como Yonesco, entre outros. Além de destacar-se no teatro, ele dedicou-se também ao cinema e televisão. Durante seus últimos anos, revezava seu trabalho artístico com oficina de iniciação à arte da mímica, que ele nunca deixou de divulgar na mídia que o cercou.
Ricardo Bandeira (falecido em 1995) era carioca e construiu a maior parte de sua carreira em São Paulo. Tinha uma visão orgânica do teatro. Era autodidata, uma espécie de batalhador e um romântico, engajado na causa do comunismo. Viveu de mímica uma boa parte de sua vida e também se dedicou ao cinema, ao teatro tradicional e à literatura. Ricardo Bandeira morreu um pouco esquecido, deixando uma imensa obra e muitos admiradores. Três dos grandes mímicos brasileiros cruzaram pelo seu caminho: Cleber França, Duda de Olinda e Alberto Gaus. Sabe-se que Ricardo Bandeira foi uma fonte de inesgotável inspiração para quase todos os mímicos de São Paulo.

A Corrente Intermediária.
Após o trabalho duro de Luis de Lima e Ricardo Bandeira, surgiu uma sucessão de nomes que foram mais ou menos contemporâneos, iniciando um processo de multiplicação de artistas gestuais através de seus trabalhos e suas pesquisas.
Lina do Carmo, uma vasta experiência
na Europa a partir dos anos 80.
São eles: Vicentini Gomez, Luis Otávio Burnier, Paulo Yutaka, Denise Stoklos e Lina do Carmo.
Vicentini Gómez -  Foi, durante a década de 1970 até meados dos anos 1990 um incansável trabalhador nos palcos brasileiros, sendo vocacionado para a  arte da mímica teatral. Vicentini era e é um excelente produtor, levando seu repertório de espetáculos solos a diversas cidades brasileiras e outros países atingindo sucesso de público e crítica, conseguindo importantes inserções na mídia brasileira. Diversos atores fizeram contato com Vicentini  e aprenderam com ele a técnica que aprendera com Ricardo Bandeira.
Luis Otávio Burnier – Burnier teve sua formação na França e estudou com Etiénne Decroux, o mestre maior da mímica. Aprofundou-se no conhecimento da mímica corporal dramática e de volta ao Brasil fundou o núcleo de pesquisa teatral LUME da UNICAMP, onde iniciou a pesquisa da “mimésis corpórea” que poderíamos chamar de um investimento técnico-científico na gestualidade cultural brasileira.
Paulo Yutaka – Foi um dos grandes performer’s de São Paulo, tendo influenciado muitos artistas que, ao assistirem suas performances, acabaram abraçando a carreira da arte da mímica. Ele investiu numa carreira séria e fez ótimos espetáculos, inclusive tendo dirigido diversas peças de teatro.
Denise Stoklos – O talento de Denise Stoklos e, sobretudo, seu altíssimo nível intelectual fez dela uma performer de destaque em toda a década de 1980/90 e atualmente. Denise foi, talvez, o maior acontecimento do teatro brasileiro deste período. Ela foi aprender mímica na Inglaterra com Desmond Jones e depois evoluiu para uma linguagem cênica calcada em pesquisas próprias, que ela passou a chamar de Teatro Essencial e que tem hoje diversos seguidores em todo o Brasil. Denise revolucionou  inclusive o trabalho do ator com sua proposta cênica.
Com a dissertação de mestrado "O Mimo e a Mímica",
Eduardo Coutinho, nos deu a primeira tese de mestrado
sobre mímica em Língua Portuguesa.
Lina do Carmo – Fortalecendo o time de mulheres que elevaram o nível técnico e prático da mímica teatral, Lina do Carmo aprofundou-se nos estudos com Marcel Marceau tornando-se sua assistente até voltar-se totalmente para sua própria linguagem  mergulhando profundamente na arte e investigação do corpo como forma de linguagem artística, evoluindo para uma linguagem que transcende o gesto. Ela encontrou as mais difusas escolas corporais da Europa e se afirmou com um trabalho onde a mímica atinge forte presença.
Existem outros nomes que não estão sendo citados aqui; no entanto, o objetivo deste artigo é localizar os artistas novos que estão buscando aprender mímica atualmente, para que tenham uma noção elementar dos acontecimentos e acesso à informação. Neste artigo, busco citar alguns dos principais personagens envolvidos no processo da mímica no Brasil.

Everton Ferre - Durante mais de 3 décadas, uma 
referência absoluta no sul do Brasil.
O Ritual de Passagem.
A passagem dos anos 1970 para os de 1980 foi altamente prolífica para a arte do gesto no Brasil. Nesta época, começaram a aparecer artistas argentinos, peruanos, colombianos e chilenos, por aqui. Nestes países, a mímica vinha avançando e surgiram profissionais que aproveitaram a abertura política brasileira de 1978 para experimentar a alegre e participativa platéia brasileira.
Dois nomes que se destacaram no sul do Brasil foram o peruano Jorge Acuña Razzuri, filho de Jorge Acuña, o pioneiro da mímica no Peru; e o argentino Daniel Berbedés que atuou fortemente também no sul do Brasil e teria encantado Everton Ferre que, posteriormente, estudou com Jorge Acuña Razzuri.
Everton percorreu o caminho contrário. Quando aprendeu a brilhante técnica de Jorge Acuña, resolveu excursionar pelos países da América Latina, destacando-se em diversos festivais e aprofundando seu conhecimento desta arte. Tornou-se um verdadeiro paladino, ensinando sua técnica para centenas de jovens brasileiros e estrangeiros gerando um número considerável de artistas que mergulharam na mímica pelos anos 90 afora.
São contemporâneos de Everton Ferre nomes como Miquéias Paz, de Brasília; Eduardo Coutinho, de São Paulo; Josué Soares, baiano radicado no Rio de Janeiro; Luiza Monteiro, também do Rio de Janeiro; Lina do Carmo, Piauí; Cleber França, de São Paulo; Alberto Gaus, também de São Paulo; Rolando Zwicker, de Santa Catarina; Denize Namura, de São Paulo; Fernando Vieira, de São Paulo; Gabriel Guimard, São Paulo; Creso Filho, de Vitória; Mauro Zanata, de Sta. Catarina, etc...
Foto rara de 1995 registra a presença de diversos mímicos
e entusiastas residentes no Rio de Janeiro, entre eles, Luisa
Monteiro e Josué Soares.
No Rio de Janeiro, o mímico Josué Soares foi um dos destaques da década de 1980 com Luiza Monteiro quando, juntos com Creso Filho, fundaram o grupo “Mimotropical” que cobriu a primeira metade da década dando espaço para o grupo “Os Mimos”, que surgiu após a dissolvição do Mimotropical, e foi o grupo dominante até a metade dos anos 1990. No grupo “OS MIMOS” revelaram-se talentos como Toninho Lobo, de Minas Gerais, Suzana Fuentes, do Rio de Janeiro, e Aníbal Sá, também do Rio de Janeiro. Mais tarde, o grupo passou a funcionar com novos artistas e a sua última formação contava com o mímico Alex- Sandro e Márcio Machado, ambos já falecidos e, também, a participação esporádica de Mário Fiorim Neto.
Josué Soares permanece com a chama acesa e, na última conversa que tivemos (em 2004), ele disse que está reativando o grupo “OS MIMOS”, uma ótima notícia. Melhor ainda foi ver, tempos depois desta conversa, a circulação na internet do espetáculo “PICASSO”, que fora montado na sua versão original pela Cia. Os Mimos e tem a direção de Josué Soares.

Josué Soares, além de mímico consagrado, é um dos poucos diretores de
teatro com um currículo de espetáculos de mímica, dirigidos ao longo
de quase 3 décadas de dedicação!
Expectativa de futuro.
Uma nova geração de artistas surgiu na virada dos anos 1980/90. Faço parte deste grupo ao lado de Álvaro Assad, Duda de Olinda, Luis Louis, Marcya Harco e Patricia Carvalho, Ana Teixeira, Paulo Trajano, Helena Figueira e o argentino Santiago Galassi, entre outros. Muitos artistas da minha geração foram estudar nas escolas de Desmond Jones e Etiénne Decroux. Mas também muitos mímicos seguiram o caminho do autodidatismo, principalmente aqueles que permaneceram no Brasil, onde o aprendizado é discipular e envolve horas de treinamento diretamente com os mestres. Este é o meu caso, pois estudei diretamente com Everton Ferre, fazendo 3 anos depois um aprimoramento com Luis de Lima.
Apesar de termos ótimos profissionais, ainda não somos em quantidade suficiente e isto talvez esteja ligado ao fato de a demanda ser muito pequena, pois nossas escolas de teatro são ainda um pouco conservadoras e não adotaram nos seus currículos o ensino da mímica como obrigatório para atores, e as exceções não são suficientes para reverter a regra.

Luis Louis e Victor de Seixas, investiram pesado na pedagogia para ajudar
a mímica brasileira chegar ao século 21.
Toda regra, entretanto, tem exceções e podemos dizer que a mímica já está bastante presente na Escola de Teatro Martins Pena, através do professor Mário Mendes, que foi um dos primeiros mímicos do Rio de Janeiro a fincar os pés em uma escola de teatro e manter a continuidade do trabalho dentro do ambiente estudantil. Na USP, em São Paulo, através de Eduardo Coutinho, existe um avançado estudo da arte do gesto. Coutinho, aliás, é um dos mais estudiosos mímicos do Brasil, um respeitável artista com vocação científica e que vem dando grande status à nossa arte com sua ousada dedicação.
A CAL (Casa das Artes de Laranjeiras), escola de teatro que atende praticamente aos jovens de classe média do Rio de Janeiro, tem Ana Teixeira como professora de mímica corporal dramática.
O Centro de Estudos do Movimento, no Rio de Janeiro, conhecido como Escola Angel Vianna, tem na figura de Paulo Trajano, a representação da mímica dentro do estabelecimento. Evidentemente que deva existir outras escolas espalhadas pelo Brasil adotando a mímica em sua grade curricular, mas desconheço sua existência.
A Escola Macunaíma, de Antunes Filho, foi uma das primeiras do Brasil a adotar a mímica em sua grade curricular.
Vale a pena destacar o brilhante trabalho que vem sendo desenvolvido pelo Solar da Mímica, escola situada no interior de São Paulo, que tem se dedicado ao ensino da mímica e vem a cada ano fixando seu espaço no cenário artístico nacional. Muitos jovens já estiveram no Solar da Mímica, que vem se tornando uma verdadeira lenda no teatro atualmente.
Em Curitiba, Mauro Zanata criou a “Escola do Ator Cômico”, onde a mímica é uma disciplina obrigatória. Um trabalho que merece estar neste artigo.
Tenho atualmente 4 pessoas no Brasil que aprenderam comigo (discipularmente) a técnica e o repertório que aprendi com Everton Ferre, são eles: Denise Wal (SP) e que atualmente está no Cirqe du Soleil, no Canadá, trabalhando seus números aéreos de circo, portanto, não mais envolvida com a mímica; José Maria Lopes Borges (Amapá), Julio Hernandes (Baurú-SP) e Sérgio Bicudo (Amazonas).
Também influenciei, num certo sentido, o mímico Mário Fiorin Neto e, certamente, Álvaro Assad que, embora tenha técnica bem diferenciada da minha, não podemos negar que fomos afetados um pelo estilo do outro, durante o período em que trabalhamos juntos formando uma dupla de mímicos entre 1992 e 1994.
A mímica vive atualmente um momento muito delicado de sua história no Brasil. Nunca houve um reconhecimento oficial da grandeza de Ricardo Bandeira e Luis de Lima embora, é claro, os artistas de teatro nunca os tivessem ignorado. Mas a contra-informação de bastidores, sobre o trabalho dos mímicos, confunde a cabeça dos jovens atores que acabam caindo num discurso anacrônico sobre o trabalho metódico dos mímicos brasileiros, considerando-os repetitivos e sem imaginação; sem dúvida, uma estratégia “elitizada” e “europeizada”, que impede os jovens de enxergarem a montanha toda, ao invés de só os seus arbustos.
Os mímicos que mais sofrem com esta falsa argumentação por parte de alguns setores da "classe" artística são os pantomimos que, ignorados em suas pesquisas, são tratados injustamente como clones de Marcel Marceau, como se o único pantomimo do mundo fosse Marceau. A pantomima existe há mais de 2.500 anos, desde a Grécia antiga e, embora o estilo de Marceau seja moderno, construído ao longo do século XX, os pantomimos sempre existiram no mundo. Sempre houve na história do teatro, artistas que faziam e fazem pantomima independentemente da existência de Marcel Marceau.
Vivemos em uma sociedade de "cânones": ou você é canonizado pela mídia televisiva ou pelo poder acadêmico. O teatro é massacrado pelos dois lados e os pantomimos, frágeis figuras dentro de todo este processo, acabam ignorados e vivendo um certo abandono dentro dos ambientes "consagrados"!
As escolas de mímica em todo o mundo são bastante divergentes entre si, mas todas reconhecem a grandeza de um grande mestre: Etienne Decroux, que foi mestre do Marcel Marceau e do Luiz de Lima e que hoje é a fonte segura da mais genuína pesquisa para uma mímica do terceiro milênio. Há no Rio de Janeiro, a Srtª  Ana Teixeira, que é uma pessoa credenciada para falar da técnica de "mímica corporal dramática", interpretação genuína do grande mestre francês que passou mais de 70 anos pesquisando a arte do gesto, imprimindo a ela um forte rigor de pesquisa e investigação.
Posso citar nesta entrevista também a figura de Paulo Trajano que tem uma formação semelhante a Ana Teixeira e dedica-se ao ensino da técnica de mímica corporal dramática do mestre Etiénne Decroux.
As pesquisas de Etiénne Decroux encontraram ressonância, recompensando assim seus longos anos de estudo, pesquisa e desenvolvimento da mímica corporal e, hoje, jovens do mundo todo estão descobrindo sua técnica e buscando-a vigorosamente. No entanto, o ensino da pantomima por parte de mímicos mais intuitivos, tem prestado um serviço primordial para despertar o talento nos jovens. Quando um jovem ator aprende técnicas de encenação gestual, e coloca em prática um repertório apreendido de solos gestuais, vai encontrando, aos poucos, a revelação da arte do gesto em todas as suas nuances. Isto aconteceu com o jovem ator Victor Seixas que, depois de ter sido iniciado em uma de minhas oficinas de 1992, nunca mais parou de estudar e, tendo esgotado as possibilidades de estudos no Brasil, foi estudar na escola de Mímica Corporal Dramática, que antes era em Paris e agora está situada em Londres. Posso dizer, orgulhoso, que Victor Seixas já me superou em todos os sentidos, mas foram as simples aulas de pantomima e iniciação gestual que o despertaram para o sacerdócio da arte do ator.
Penso que o conservadorismo, por parte das escolas de teatro, deixa o ator antimímico sem o recurso corporal e reflexivo necessário para se construir uma boa cena. Tornando-os burocráticos e friamente técnicos, excessivamente “sonoros”, porém sem “ressonância” no palco. Acredito que a mímica seja fundamental para o desenvolvimento de um ator total. O que, talvez, torne difícil a aproximação do espectador com esta forma de arte é que nós, os mímicos, carregamos conosco uma espécie de “maldição” porque deixamos nossa arte envolta numa aura de “mistérios” e preservamos um certo "segredo", que vem da visão individualista e classista européia, diferentemente da visão dos brasileiros que se pretende mais coletiva se acionada com vigor.
Tenho grandes esperanças na arte da mímica. Acho um luxo para o Brasil termos nomes tão significativos nesta arte fazendo bonito dentro e fora do país. Você, amigo leitor, não tem idéia do que é um espetáculo do Everton Ferre ao vivo, ou do Fernando Vieira, do Luis Louis, do Josué Soares. A capacidade de emocionar através do gesto é o que faz da mímica uma das artes de primeira linha em diversos países do mundo. Não é à toa que podemos senti-la nos passos do Michael Jackson, nas interpretações de atores como Robin Wiliams, Jimi Carey e tantos outros do cinema americano e nacional. A Mímica influenciou fortemente o Hip Hop, as danças de rua e a Dança Contemporânea. Nos países Orientais a mímica tem status de arte principal e os mímicos são muito respeitados e amados por crianças, mulheres e homens. É uma arte que tem muito a dar à humanidade e que tem no Brasil alguns de seus principais intérpretes no mundo do espetáculo contemporâneo.

Jiddu Saldanha - Junho de 2004
Revisão – João de Abreu Borges

O Decálogo da mímica, desde 1997.

É permitido copiar e divulgar no formato como está.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Capa de DVD em porta lápis



Então eu ainda não tenham chegado a cerca de reciclagem de todos os de estes casos de DVD vazias. Agora eu estou tentando para pensar de como faço para reutilizar-los. Hmmmm ...



... um caso colorir! É uma espécie de uma versão atualizada de um rolo de pastel completa com armazenamento de papel. Agora, isso não é só para crianças! Gostaria de manter um na minha bolsa para quando a inspiração bate eu posso tirá-lo e esboçar e escrever as idéias! Usando de cores demasiado! Quer usar seus casos de de DVD também? Aqui está como para fazer uma .... {reunir os seus suprimentos} caso de DVD vazio {agora, cada caso de DVD é ligeiramente diferente assim você pode precisar para fazer ajustes, dependendo do estilo de caso de você ter} papelão fino {eu usei um USPS velho caixa de de discussão} cartão de estoque tecido de papel colorido {for a obra de arte do lado de fora} spray adesivo {este está indo para ser o seu o melhor amigo de para este projeto!} faca de utilitário e tapete de auto-cura {o que você faz} Esta primeira parte é um pouco complicado. Você precisa cortar a parte do caso que mantém o DVD {a parte redonda que os cliques de DVD em} então você tem uma superfície plana para que suas ferramentas de escrita vai caber eo caso será capaz de fechar. Para isso, coloque um tapete de auto-cura, entre a tampa de plástico e fora o caso assim quando você cortar você não vai cortar a tampa fora. Usando uma faca de utilidade, cuidadosamente cortar em torno de o titular de DVD. Descobri que usando pequenos cortes pouco profundos, é o caminho a percorrer e não cortar através do plástico de uma só vez. Fazer o sentido tão longe? Aqui está o que mina de se parece com após ser cortado ....






Agora, corte um pedaço de papelão para caber dentro de que o espaço ...




Corte um pedaço de tecido para embrulhar em torno de o de papelão. Use spray adesivo para colar o tecido sobre o papelão.




Corte outro pedaço de tecido para o bolso. Eu cortar mina de de modo que o de bolso viria acima um pouco mais do que a metade tão alto como o caso. Uma vez que você medir, o dobro em a altura assim que quando você dobrar o tecido em metade ele irá ser o tamanho direita. De ferro assim que você tem uma dobra crisp. Lay o bolso para baixo e pôr alguns lápis no topo. Isto irá ajudar a criar sala de o suficiente para os lápis em o bolso.





Colocar o tecido coberto de cartão no topo do lápis.



Dobre ao longo dos os lados de o de bolso e do adesivo spray de uso para cola para baixo o de bolso.



Eu colei uma fita de pouco para ajudar a os cantos ficarem para baixo.




De bolso Glue o em o caso utilizando adesiva de pulverização. Cola sobre o buraco que você cortar.


Cortar um pouco de papel para se ajustar no caso e coloque-lo sob os abas para o info de DVD.


Corte um pedaço de papel decorativo para o arte da capa. Decore como desejar. Insira a tampa. Eu não tenho uma imagem, mas, eu cortar um pedaço de estoque do cartão do e colado-lo para o do lado de fora de o caso, mas interior da tampa da de plástico sobre a buraco que eu cortar. Isso só faz a tampa exterior mais suave. Espero que faz sentido :).






Sala de suficiente para cerca de 14 canetas ou lápis.


Os clipes foram perfeito para realizar uma pilha de papel.




Estes seriam grandes para as crianças como um caso de coloração viajando, no carro, em uma caminhada, na sala de aula. Uma perfeita, estúdio de arte compacto e sketchbook para qualquer um! Se você fez um Eu adoraria para ver! Venha partes sobreflickr Data !!

Como fazer uma coroa de papel vintage


 inspire-se


Em 6 de janeiro de cada ano, a minha família se reúne com um pequeno grupo de amigos para celebrar a Noite de Reis .  

 

Minhas meninas desfrutar de montar uma versão pull-além do estilo de Nova Orleães Bolo Rei (receita AQUI ), e eu começo a entrar em meu deleite de todos os tempos favorito doce, o francês Galette des Rois (receita AQUI ). Dentro de cada bolo um charme é escondido. O hóspede que encontra o charme em seu pedaço de bolo é o rei ou a rainha e começa a usar uma coroa. 

Algumas coroas dos últimos anos
Não apenas para 06 de janeiro, uma coroa de papel decorada com papel do vintage, brilho e enfeites é um ofício barato, fácil e maravilhoso para aniversários e outras comemorações em que você deseja adicionar um pouco irrisório e brilho!

Tive a sorte de ter encontrado um pacote de coroas de papel branco na Dollar Tree um tempo atrás. Eles são perfeitos para manter a mão para elaboração de última hora coroa.Se você não for capaz de encontrar as coroas de papel, Fiz upload de um modelo gratuito para você imprimir em papel cartão pesado, então você pode facilmente fazer o seu próprio.

Molde da coroa papel, imprimir esse modelo em papel cartão pesado.  Recorte, em seguida, usar para traçar no papel de sua escolha.  Cortar as peças traçadas, então igualar-se a linha pontilhada no lado A com a linha pontilhada no lado Seja e cola no lugar em sobreposição.
Clique na imagem para uma versão para download



Imprimir o modelo em papel cartão pesado, então cortada. Você pode usar o modelo para rastrear as peças da coroa sobre a página de recados de papel decorativo pesado, ou cola os dois pedaços juntos cartolina nas linhas pontilhadas, e prosseguir com o tutorial para fazer uma coroa de papel vintage inspirou.



Tutorial Coroa vintage inspirou o papel

Papel Coroa
Papel Vintage - páginas do livro, partituras, etc
adesivo spray (o meu favorito é Bond Artesanal)
força extra-cola em bastão
estilete e corte tapete
Cola caneta
Glitter Ultrafino
cerdas macias pincel
Enfeites: Buttons, pérolas, fitas , pedaços de bijuterias velho, etc
Opcional: Fringe Papel Crepe (tutorial AQUI )
arma quente cola Passo 1: Liberalmente casaco de um lado da coroa de papel com um adesivo spray.





Passo 2: Transferir para uma superfície sem cola. Cubra a coroa com papel vintage, sobreposição onde as peças se encontram. Use a força extra-bastão de cola para colar as áreas de sobreposição.


Passo 3: Corte o excesso de papel em uma esteira de corte usando um estilete.


Passo 4: Repita para outro lado. As coroas simplesmente olhar melhor e mais acabado, quando ambos os lados estão cobertos. Quando utilizar papel vintage, eu gostaria de fazer um lado em partituras e outro no texto.


Passo 5: Adicionar uma borda decorativa. Na coroa deste ano eu usei um pedaço de fita de veludo. No passado ano eu usei crepe ou lenço de papel franja (tutorial AQUI). Cola fronteira sua no lugar com cola quente.



Passo 6: Enfeite com glitter. Eu gosto de criar uma fronteira delicada brilharam, traçando uma linha de Martha Stewart caneta de ponta fina Cola.Em seguida, agitar ultra-fina de glitter por cima. Deixe secar por 5 minutos, em seguida, escove o excesso com um pano seco de cerdas macias pincel.Passo 7: cola quente nas duas extremidades da coroa juntos. Passo 8: Enfeite com papel mais decorativo, botões, contas ou bric-a-brac . Acordeão dobrar um pedaço de papel para fazer um ventilador ou roseta. Este ano eu gostosa colada uma roseta meia no lugar, em seguida, em camadas com dois botões vintage e um pequeno pedaço de bijuterias.







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